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quarta-feira, 5 de junho de 2019

Divulgando o Museu de Valores - Doação de Moeda Eslovena

A equipe da embaixada da Eslovênia em visita ao Museu de Valores do Banco Central do Brasil, em 19 de fevereiro de 2019, dou uma moeda comemorativa de dois euros, emitida pelo Banco da Eslovênia em celebração ao "Dia Mundial das Abelhas". 
Valor facial: 2 Euros - Metal: Cuproníquel e  latão níquel
 Peso: 8,5 g - Diâmetro: 25,75 mm

O "Dia Mundial das Abelhas" é comemorado todo dia 20 de maio, data aprovada pela Assembléia Geral da ONU. 

A resolução da ONU foi iniciativa da Eslovênia e é um passo importante para a proteção e conscientização do papel desempenhado pelas abelhas no desenvolvimento sustentável.  

Existe grande preocupação nos círculos de conservação sobre o declínio da população de abelhas. Além do fornecimento do mel elas são essenciais nos serviços de polinização para a agricultura. Sem as abelhas, milhares de espécies de plantas podem desaparecer e a produção alimentar tornará praticamente impossível.
Embaixador Alain Brian Bergant e Carla Valente (Chefe do Museu de Valores)
Foto: créditos sítio embassybrasilia.com.br

quarta-feira, 18 de julho de 2018

De artistas a membros da realeza, mulheres estampam cédulas e moedas ao redor do mundo

"A autoria dessa matéria é do Museu de Valores do Banco Central do Brasil e  pode ser acessada através do sítio "bcb.gov.br", publicação de 23 de junho de 2017". A transcrição tem por objetivo divulgar a imagem e as atividades do Museu de Valores, dando conhecimento de suas pesquisas e de parte do seu acervo cultural. Associação Amigos do Museu de Valores.
"​De 19 a 25 de junho, instituições culturais e museus do mundo todo participam do Museum Week, iniciativa criada em 2015 para unir um público amplo, de forma divertida e participativa, em torno de postagens temáticas no Twitter. Este ano, são sete as hashtages sugeridas: #FoodsMW, #SportsMW, #MusicMW, #StoriesMW, #BooksMW, #TravelsMW e #HeritageMW. Além disso, estão sendo incentivadas ao longo do ano postagens com a hashtag #WomenMW, em homenagem às mulheres e à igualdade de gênero.
Confira a seguir a história de figuras femininas que, pelo seu papel na sociedade, ilustraram cédulas e moedas de diversos países. Elas foram escolhidas para representar o Museu de Valores do BC na Museum Week. As peças fazem parte do acervo e algumas delas estão expostas no Museu. 

Brasil
Princesa Isabel (1846 – 1921)
No Brasil, poucas mulheres apareceram em cédulas. A primeira foi a princesa Isabel, filha mais velha de Dom Pedro II, herdeira presuntiva do trono no Brasil. Conhecida como “Redentora”, ela foi a primeira mulher a se tornar senadora. A princesa aliou-se aos movimentos abolicionistas incipientes, assinando a Lei do Ventre Livre, em 1871, que foi o primeiro passo efetivo para o fim da escravidão no Brasil – a lei estabelecia que todos os filhos de escravos estavam livres. Em 1888, durante sua terceira e última regência, assinou a Lei Áurea, que extinguia a escravidão no Brasil. Em 1889, foi instaurada a república no Brasil e a família real foi obrigada a buscar asilo na Europa. Isabel Cristina Leopoldina Augusta Micaela Gabriela Rafaela Gonzaga de Bragança e Bourbon passou seus últimos trinta anos de vida vivendo na França e faleceu em 14 de novembro de 1921.

quinta-feira, 3 de agosto de 2017

Peças raras no acervo do Museu de Valores - Parte I

A série de publicações que iremos apresentar sobre o título "Peças raras no acervo do Museu de Valores" tem por objetivo divulgar a imagem e as atividades do Museu de Valores junto à sociedade, dando conhecimento de suas pesquisas e de parte do seu acervo cultural.
"A autoria dessa matéria é do Banco Central do Brasil - Museu de Valores e suas publicações podem ser acessadas no sítio "bcb.gov.br".
"Museu de Valores do BC identifica mais peças raras no acervo"

Com um acervo de cerca de 135 mil itens, o Museu de Valores do BC tem promovido a identificação e a atualização de valores das peças. Até agora, em torno de 7 mil itens já foram analisados. “Muitas dessas peças têm alto valor no mercado, como as moedas de 960 réis. Em alguns casos, chegam a ter valor inestimável, por serem o único exemplar conhecido”, conta Karla Valente, chefe do Museu de Valores do BC.


O valor de cada peça pode variar muito, conforme a raridade dos itens. Se uma moeda de 6.400 réis de 1818 for bem conservada, por exemplo, ela pode valer R$9,5 mil. Mas se estiver “soberba” – com poucos arranhados –, o valor sobe para R$20 mil. “Quanto menor for o dano à peça ou a quantidade de riscos que ela tiver, ou menor o desgaste, mais cara ela fica. Se ela for ‘flor de cunho’, que é aquela peça que saiu da emissão e nunca circulou, que está intacta, brilhante, ela vale R$36 mil”, exemplifica a Karla Valente.
Feita em seda, a cédula de 500 marcos alemães que circulou em 1922 
é um dos itens raros analisados durante a pesquisa. 
A pesquisa é parte do Projeto Museu Legal, conduzido pelo BC em atenção a uma obrigação legal definida pelo Estatuto dos Museus (Lei 11.904, de 2009). 
O estatuto estipula que os museus elaborem e implementem um plano museológico - documento com missão, visão, objetivos estratégicos e programas do museu. Além da atualização dos valores do acervo, o projeto prevê ainda soluções para inventário e para monitoramento de parâmetros ambientais.

Conforme explica a chefe do Museu, quando uma peça é identificada, busca-se definir um valor atualizado com a média de valores encontrados em catálogos de numismatas, livros e sites de leilão. Se as peças são únicas e não tiveram valor atribuído em nenhuma das três fontes, elas são enviadas a um especialista em numismática, que auxilia o Museu na tarefa. 

Algumas peças raras podem ser conferidas no Museu de Valores do BC e há planos de se instalar um novo expositor destinado a exibir itens interessantes identificados durante o projeto. 

Segundo Karla, há grande quantidade de peças repetidas. A primeira parte do trabalho, então, será dedicada à atribuição de valor às peças-mãe, as primeiras catalogadas no sistema com certas características.

“Após 1965 e depois da criação do BC, o país já tinha certa padronização monetária. Por isso, possuímos muitas peças repetidas dessa época. A valoração dessas peças é mais fácil, pois fazemos uma única vez e depois apenas multiplicamos pela quantidade de peças repetidas para se chegar a um valor correto, avaliando apenas o desgaste da peça”, explica.

Pesquisa complexa e longa
A pesquisa do acervo numismático envolve a participação de estudantes de História e de Museologia.  “Estamos fazendo essa análise de valoração peça por peça. Será um trabalho longo, demorado. Nossa meta é chegar à valoração de 30% do acervo em setembro de 2018”, afirma a chefe do Museu. 

Além das cédulas e moedas, o Museu de Valores possui outros artigos em seu acervo, como a folha utilizada pelo designer Aloísio Magalhães para desenhar a nota de cruzeiro. Outros exemplos são testes e provas de cor de designers e objetos que eram da Casa da Moeda . “Esse tipo de artigo só o BC tem e é muito difícil atribuir valor a eles, pois não existe catálogo nem sites de leilão para isso”.

A moeda de 960 réis cunhada sobre rúpias indianas, presente no acervo do Museu 
de Valores do BC, também é considerada rara no mundo numismático.
Além disso, há medalhas que servem para contar um momento da história e não têm valor monetário; condecorações, muitas das quais possuem pedras preciosas como diamantes, esmeraldas e rubis; cinco documentos de memória (autorização de imperador para cunhar moedas, ou diploma da medalha comemorativa do centenário de Oswaldo Cruz, por exemplo), documentos de valor (apólice que não chegou a ser cédula), instrumentos de garimpo e artigos de ouro não-amoedado, como as pepitas e as barras de ouro".

quinta-feira, 16 de abril de 2015

História: 40 Anos do Museu de Valores

Para celebrar as quatro décadas de fundação do Museu de Valores, os Correios lançaram, em 31 de agosto de 2012, selo personalizado e carimbo comemorativo alusivos à data.

Na solenidade de inauguração da exposição e lançamento do selo marcaram presença o Instituto Brasileiro de Museus, Casa da Moeda do Brasil, Fundação Banco do Brasil e as associações Filatélica e Numismática de Brasília e Amigos do Museu de Valores.
Cartão Postal: Imagem em destaque, moeda bote usada na China, século XII 
Peças fazem parte do acervo do Museu de Valores

terça-feira, 17 de março de 2015

História: 30 Anos do Museu de Valores

Cartão Postal emitido por ocasião das comemorações do aniversário de 30 anos do Museu de Valores, ano 2002. Composição mostra detalhe do quadro "Pátria" de Pedro Bruno, reproduzido no reverso da cédula de NCz$ 200,00 (duzentos cruzados novos) [1], de 1989; e do anverso da medalha que exibe a moeda de 960 réis de 1809 (patacão) do acervo do Museu.
Arte: Banco Central do Brasil
[1] Cédula de NCz 200,00, mostra detalhe do quadro  "Pátria", onde aparece a bandeira do Brasil sendo bordado no seio da família. Emissão de 8 de novembro de 1989, circulou até 15 de setembro de 1994.

sábado, 17 de maio de 2014

Acervo: Pepitas de Ouro do Museu de Valores

São 64 pepitas de ouro pertencentes ao acervo histórico do Museu de Valores do Banco Central. Essas pepitas são de grande valor histórico. Algumas delas estão expostas na Sala Ouro do Museu, onde se procurou homenagear os milhares de brasileiros que participaram da saga contemporânea escrita pelos garimpeiros na década de 80, revirando a terra em Serra Pelada, Cumarú e Maracaçumé, entre muitos outros garimpos.
Esses garimpeiros encontraram as três maiores pepitas de ouro do mundo que ainda são preservadas em seu estado natural. Na época em que foram adquiridas pelo Banco Central, pesavam juntas 198,45 quilos brutos. A quantidade de ouro contida nessas pepitas é um pouco menor, pois a elas estão agregados os chamados contaminantes do ouro, como a prata, a platina, o paládio, o ferro, além de pequena quantidade de terra, argila e areia que ficam impregnados na peça, associado à umidade natural que, com o tempo, se evapora. Essas três pepitas encontradas no Brasil são únicas em todo o planeta.

O peso bruto das dez pepitas publicadas somam mais de 210.000 gramas. fonte BCB-Museu de Valores
Clique nas imagens para ampliar

terça-feira, 6 de novembro de 2012

Museu de Valores - Ordem do Mérito Cultural 2012

O Museu de Valores do Banco Central recebeu nesta segunda-feira, 5/11, das mãos da presidente Dilma Rousseff, a Ordem do Mérito Cultural. A condecoração é uma iniciativa do Ministério da Cultura (MinC), que, desde 1995, premia personalidades e instituições que se destacam por contribuições prestadas à área.
Para o secretário-executivo do BC, Geraldo Magela, a comenda valoriza o trabalho educativo e de preservação feito pelo Museu de Valores, que, em 2012, completou 40 anos de criação. "É um reconhecimento da atuação do BC também na preservação e valorização da cidadania que, no fundo, é o trabalho do Museu. Ali está registrada a história do dinheiro brasileiro, uma parte importante da nossa cultura. E temos nos empenhado em transmitir esse conhecimento à sociedade."
Geraldo Magela e Telma Ceolin
Secretário-executivo do BC e Diretora do Museu de Valores
Neste ano, o MinC avaliou 496 propostas de candidatos a receber a Ordem do Mérito Cultural - qualquer pessoa pode fazer indicações para o prêmio pela internet ou por carta. Os nomes são avaliados por uma comissão do Ministério da Cultura e, posteriormente, enviados para o Conselho da Ordem do Mérito Cultural, formado pelos ministros Marta Suplicy (Cultura), Antonio Patriota (Relações Exteriores), Aloizio Mercadante (Educação) e Marco Antonio Raupp (Ciência, Tecnologia e Inovação).
Segundo a Chefe do Museu de Valores, Telma Cristina Soares Ceolin, o "recebimento da Ordem do Mérito Cultural é uma homenagem a ser compartilhada com todos os servidores e colaboradores internos e externos que, durante os 40 anos de existência do Museu, contribuíram para esse reconhecimento, com trabalho dedicado e ideias criativas, colocando o Museu de Valores no rol dos museus mais representativos do nosso país".
Presidente da República  Dilma Rousseff e a Diretora do Museu de Valores Telma Ceolin
Saiba mais A Ordem do Mérito Cultural foi criada em 1995 pelo MinC e, até este ano, mais de 500 condecorações foram entregues a personalidades da história e das artes brasileiras, como Cartola, Santos Dumont e Bibi Ferreira.
As medalhas são direcionadas a personalidades e instituições de diversas áreas, tais como artes visuais, música, literatura, teatro, cinema, design, museus e manifestações da cultura popular. A cerimônia de entrega da Ordem é feita anualmente em comemoração ao Dia Nacional da Cultura, celebrado em 5 de novembro.
Nesta edição, o homenageado é o compositor e instrumentista pernambucano Luiz Gonzaga. Conhecido como o _Rei do Baião_, Gonzaga foi um dos responsáveis pela divulgação de ritmos tradicionais nordestinos como o baião, o xote e o xaxado para o restante do país. Ele nasceu em uma fazenda na cidade de Exu, na zona rural do sertão de Pernambuco, em dezembro de 1912 e neste ano comemora-se o centenário do nascimento do artista. fonte: Banco Central do Brasil - Linha Direta

sábado, 15 de setembro de 2012

Inauguração da Exposição: "Museu de Valores 40 Anos"

Inaugurado dia 13 de setembro de 2012 a exposição em comemoração aos 40 anos do Museu de Valores do Banco Central.
Foto Valter Campanato/ABr
A mostra apresenta uma retrospectiva das principais atividades desenvolvidas pelo Museu ao longo de seus quarenta anos de existência, mesclando peças raras e importantes de seu acervo, algumas nunca expostas ao público, com curiosidades e informações.
 
Capa do Programa da Exposição
 Autografado por Santos Trigueiro (foto maior
de terno azul), idealizador do Museu de Valores,
Entre as peças originais estão painéis produzidos pelo cartunista Millôr Fernandes e desenhos de Ziraldo.
 
 A exposição também homenageia o designer brasileiro Aloísio Magalhães, que dentre seu vasto trabalho, é o autor da logomarca do Banco Central do Brasil, de seu programa de identidade visual e projetista de cédulas emitidas nos anos 70, cujos esboços de próprio punho também poderão ser vistos.
 
 
Endereço
Museu de Valores do Banco Central
SBS Quadra 3 - Bloco B – 1º Subsolo
 
 
Horário
De terça a sexta-feira: das 10h às 17h30.
Sábado e domingo e nos feriados cívicos: das 14h às 18h.

sexta-feira, 31 de agosto de 2012

Museu de Valores - 40 Anos de História

Foto central:
Inauguração do Museu de Valores, dia 31 de agosto de 1972, no Rio de Janeiro, como parte das comemorações do Sesquicentenário da Independência do Brasil. Temos em destaque as imagens do Sr. Florisvaldo dos Santos Trigueiros, um dos idealizadores do Museu de Valores, e a do Ministro da Fazenda Delfim Neto.
 
Fotos à esquerda:
Detalhes dos ambientes internos do Museu de Valores, 1972. Prédio da Gerência do Meio Circulante*, Avenida Rio Branco 30, no Rio de Janeiro.
 
Fotos à direita:
Detalhes do atual ambiente do Museu de Valores, 2012. Edifício-Sede do Banco Central, em Brasília DF.

* Prédio inaugurado em novembro de 1906, sediou as Caixas de Conversão, de Estabilização  e Amortização. Tombado em 1973 pelo Patrimônio Histórico e Artístico Nacional. O prédio é uma das treze construções originais ainda existentes da histórica Avenida Central - hoje Avenida Rio Branco.

 

quinta-feira, 30 de agosto de 2012

Museu de Valores - 40º Aniversário

 
O Museu de Valores do Banco Central do Brasil, dia 31 de agosto de 2012, completa quarenta anos de sua fundação.

Desde a sua criação, além de colecionar tesouros, conhecimentos históricos e admiradores,  adquiriu prestígio perante a sociedade e instituições congêneres nacionais e internacionais, diante da singularidade cívica de seu acervo e do caráter educativo de seus projetos para a sociedade brasileira.
 
A Associação Amigos do Museu de Valores (AAMV) parabeniza a todos que contribuíram para a sua criação, preservação e desenvolvimento. 

À esquerda:
Prédio do Meio Circulante, antiga sede das Caixas de Conversão, de Estabilização e Amortização
Primeira sede do Museu de Valores - Rio de Janeiro - RJ  (1972 a 1981)
                   
À direita:
Edifício-Sede do Banco Central do Brasil
Atual sede do Museu de Valores - Brasília - DF

quarta-feira, 1 de fevereiro de 2012

MUSEU DE VALORES - Retrospectiva 2011

Museu de Valores divulga coleções do BC no Brasil e no exterior
Exposições permanentes e temporárias com dezenas de milhares de visitações; empréstimos de itens do acervo a instituições museológicas de prestígio. Em 2011, o Museu de Valores ampliou o trabalho de divulgação das coleções numismática e artística do BC no Brasil e no exterior.

Nesses 12 meses, o espaço recebeu 18.211 pessoas em Brasília, interessadas na exposição do acervo permanente. Desse público, aproximadamente 60% eram professores, crianças e jovens em idade escolar, participantes do Programa Museu-Escola. Já nas regionais, o Museu de Valores teve 100 visitantes em Belo Horizonte, 227 em Curitiba e 489 em Recife.

As exposições temporárias também fizeram sucesso. Entre janeiro e setembro, 2 mil pessoas prestigiaram a exposição “Trilhas da Modernidade na Coleção Banco Central”, na Galeria de Arte do 8º andar do Edifício-Sede em Brasília. No mesmo local, de outubro a dezembro, 900 pessoas conferiram a exposição “Vanguarda Modernista”, que segue aberta ao público.

O Museu participou de dois eventos promovidos pelo Instituto Brasileiro de Museus, ambos no Edifício-Sede, em Brasília. Durante a 9ª Semana dos Museus, foram organizadas palestras e oficinas sobre conservação preventiva de acervos. Na 5ª Primavera dos Museus, realizada anualmente na semana do início da estação, foi organizada a exposição “Mulheres, Museu e Memórias”, em homenagem à escritora e poetisa Cecília Meireles.

Museu no exterior

Com relação à promoção da imagem do Brasil no exterior, o Museu participou de dois eventos de peso. No primeiro trimestre, forneceu informações e imagens para a exposição sobre o dinheiro brasileiro realizada na Embaixada do Brasil em Belgrado, na Sérvia. A mostra apresentou ao povo sérvio, que ainda sofre com a inflação, a trajetória econômica brasileira, dos planos econômicos passados e à estabilidade monetária advinda da implantação do Plano Real.

Além disso, o Museu de Valores participou do festival Europalia 2011, um dos maiores eventos culturais da Europa, realizado a cada dois anos em Bruxelas, na Bélgica. O Brasil foi o país homenageado nessa edição, iniciada em outubro. Com mais de 50 itens de seu acervo, o Museu ajudou a promover a imagem do país no exterior.

quinta-feira, 23 de junho de 2011

II - Máximo Postal - Banco Central do Brasil sede do Museu de Valores

Cartão-Postal série Brasil, Brasília DF, Edíficio Sede do Banco Central do Brasil. Conjunto formado por selo de comemoração dos 25 anos do Banco Central e carimbo comemorativo de primeiro de circulação, 30 de março de 1990.

terça-feira, 8 de março de 2011

Museu de Valores - Informações gerais


Prédio do Meio Circulante  - Av. Rio Branco, 30
Primeiro endereço do Museu de Valores no Rio de Janeiro
Foto: Marc Ferrez - acervo Arquivo Nacional
O Museu de Valores foi inaugurado em 31 de agosto de 1972, no Rio de Janeiro, no prédio do Meio Circulante,  com o objetivo de preservar a história dos meios de pagamento do Brasil e da circulação de riquezas, congregando acervos de instituições públicas e vinculadas à vida econômica brasileira, desde a Colônia.
 
O acervo conta com mais de 130 mil peças cadastradas, foi transferido para Brasília em 1981, sendo instalado  no primeiro subsolo do Edifício-Sede do Banco Central, numa área de 1.300 m2, dividida em 7 salas, onde estão expostas coleções de moedas, cédulas, títulos, vales, condecorações, medalhas, dinheiro de vários países e a história do ouro no Brasil. Completam o acervo do Museu de Valores aproximadamente 2.300 obras de artes de vários períodos da história da arte brasileira.

O Museu de Valores tem na  "Peça da Coroação" - moeda de ouro de 6.400 réis, cunhada para comemorar a ascensão ao trono imperial de D. Pedro I - a sua peça de maior destaque, assim como a  pepita de ouro "Canaã",   considerada a maior em exposição do mundo, com mais de 60 kg. 

Lingotes, Moedas e Medalhas
Museu Valores - Sala Ouro
Suas casas-fortes abrigam cédulas e moedas marcadas por expressões de riqueza, lembranças, emoções, vitórias. Ao transmitirem os usos e costumes dos mais diversos povos, as moedas denotam sua força mística e mítica. A própria origem da palavra moeda indica essa influência: é derivada da deusa Juno Moneta, em cujo templo, em Roma, cunhavam-se moedas. Na Grécia antiga, as oficinas monetárias eram instaladas nos templos religiosos e suas moedas cunhadas com figuras de deuses.

Acesse aqui o site oficial do  Museu de Valores do Banco Central.