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quarta-feira, 17 de julho de 2013

Conhecendo o Acervo de Artes do Banco Central - Aldo Bonadei

Natureza Morta - 1963
Óleo s/tela
 64 x 79 cm
ALDO BONADEI
São Paulo, SP, 1906
São Paulo, SP, 1974
Iniciou seu aprendizado artístico com Pedro Alexandrino e Antônio Rocco, em 1923, aperfeiçoando-se na Academia de Florença, na Itália, em 1930. De volta ao Brasil integrou o Grupo Santa Helena, fundado por Rebolo Gonzales, em 1935, formado por proletários que aos fins de semana deixavam o ateliê para pintar os arredores de São Paulo. Também fez parte da Família Artística Paulista, de 1936 a 1939. Considerado pioneiro da arte abstrata no Brasil, já na década de 40 seu trabalho apresentava certas características subjetivas, as quais o artista atribuia à influência que a percepção musical trouxe para a sua pintura. Concentrou-se em alguns temas, como paisagens, naturezas mortas e flores. No quadro intitulado "Natureza Morta", de 1954, percebe-se a presença diluída de elementos figurativos e a ausência de perspectiva. No ambiente que se integra, tudo é importante para a composição, tudo é motivo de geometrização. Em "A Leitura", tela de 1950, há solidez de linhas e planos, sem que a cor se sobreponha ao conjunto esboçado pelo desenho, pois o grafismo que modela as formas já é uma característica marcante na produção do artista. A contradição entre o lirismo e a contenção tanto do grafismo quanto da cor, segundo Mário Schemberg, é encontrada em todas as fases de Bonadei. Em "Flores", percebe-se essa preocupação: apesar do lineamento estrutural e da sobriedade dos tons colocados ao fundo, o artista dá vazão às cores quentes, valorizando a técnica, fazendo-a saltar dentro da composição. Participou de diversas exposições. Dentre as principais premiações, recebeu o prêmio Viagem ao Estrangeiro, em 1962, no Salão de Arte Moderna de São Paulo. fonte: bcb

sexta-feira, 24 de maio de 2013

Conhecendo o Acervo de Artes do Banco Central - Alberto Guignard

Vaso de Flores - 1958
Óleo s/ tela
73 x 60 cm

ALBERTO GUIGNARD
Nova Friburgo, RJ, 1896
Belo Horizonte, MG, 1962
Pintor, desenhista e professor, Guignard iniciou seu aprendizado artístico na Real Academia de Belas Artes de Munique, Alemanha, onde se radicou aos 16 anos de idade com a família. Em 1920, em viagem de aperfeiçoamento, seguiu para Florença. A seguir, estagiou na Suiça e na Itália. Ao retornar ao Brasil, em 1929, passou a lecionar na Fundação Osório e no Instituto de Belas Artes do Rio de Janeiro. A convite do então prefeito Juscelino Kubitschek, fundou a Escola de Belas Artes de Belo Horizonte, em 1944, onde permaneceu por 19 anos. Os métodos aplicados por Guignard causaram grande repercussão, atraindo muitos alunos, hoje artistas consagrados, que ansiavam por uma linguagem anticonvencional, provocando reações bruscas por parte dos professores e alunos que ainda estavam arraigados aos moldes acadêmicos já ultrapassados.

No Brasil expôs diversas vezes, obtendo várias premiações, dentre elas o prêmio Viagem ao País, em 1944. Em 1927, entrou para o Salon d?Automme e, em 1928, para o Salon des Independents de Paris e para a Bienal de Veneza. A conotação poética e imaginária é uma característica marcante nas obras do artista. A este lirismo a crítica se refere dizendo que Guignard fugiu à lógica do espaço e do tempo, desligando objetos, seres e cidades de sua realidade física e material.

 Ao compor "Vaso de Flores", Guignard ressaltou o primeiro plano com cores quentes, esboçando ao fundo uma paisagem de cromatismo suave e diluído, que confere a este trabalho uma impressão de volatilidade. fonte:bcb

terça-feira, 30 de abril de 2013

Conhecendo o Acervo de Artes do Banco Central - Aldemir Martins

Vaqueiro
1972

Óleo s/ tela
99 x 79 cm

ALDEMIR MARTINS
Ingazeiras, CE, 1922
São Paulo, SP, 2006
Aldemir Martins iniciou-se em pintura aos 19 anos. Autodidata, atuou na vida cultural de Fortaleza, fundando o Grupo Artys. Em 1946, adotou São Paulo e passou a desenvolver aí um trabalho original, com incursões em várias modalidades artísticas.

A predileção pelo desenho caracterizou toda a sua produção, embora, tecnicamente, seu trabalho em pintura revelasse o mesmo domínio e objetividade do desenho. "Um jagunço por natureza, temperamento, formação e educação", como o artista mesmo se definia, Aldemir utilizava figuras típicas da região nordeste em sua obra.

Na pintura "Vaqueiro", ele nos dá a medida de sua singularidade, contrapondo à crueza temática um caráter expressionista nas formas preenchidas por cores vibrantes, o que confere um caráter decorativo ao resultado final. fonte:bcb

domingo, 20 de novembro de 2011

Vanguarda Modernista na Coleção Banco Central

Exposição aberta ao público de terça  a sexta-feira, 10h as 17h30. Sábado e Domingo, das 14h às 18h.Edifício-Sede do Banco Central do Brasil - SBS - Quadra 3 - Bloco B - 8o. andar- Brasília DF
Galeria de Arte do Banco Central 
Di Cavalcanti, Guignard, Cícero Dias, Gomide, Orlando Teruz, Tarsila do Amaral, Bonadei, Ismael Nery, Portinari, Rêgo Monteiro

quarta-feira, 5 de outubro de 2011

Vanguarda Modernista na Coleção Banco Central - Abertura: 25 outubro 2011

A próxima exposição de arte da Coleção Banco Central apresentará 86 obras de 10 artistas brasileiros que colaboraram, com seu espírito inovador, para a afirmação do modernismo em nosso país. A mostra compreende pinturas, gravuras e desenhos e será aberta no dia 25 de outubro, às 18hs, na Galeria de Arte do Banco Central, 8º andar do Edifício-Sede.

        A Coleção Banco Central possui um importante acervo de obras de arte representativas do modernismo brasileiro. Destacam-se nesse acervo trabalhos de alguns dos principais modernistas históricos – Tarsila do Amaral, Emiliano Di Cavalcanti, Candido Portinari, Cícero Dias, Vicente do Rêgo Monteiro, Ismael Nery, entre outros –, que contribuíram de modo pioneiro para a renovação de nosso cenário artístico e cultural nas primeiras décadas do século passado.

quinta-feira, 1 de setembro de 2011

Tarsila do Amaral - 125 Anos de Aniversário

TARSILA DO AMARAL
Capivari, SP, 1886
São Paulo, SP, 1973
 


Em homenagem ao aniversário de nascimento de Tarsila do Amaral, 1 de setembro de 1886, pintora e desenhista brasileira, apresentamos algumas de suas obras que compôem o acervo de arte do  Museu de Valores do Banco Central do Brasil.

O PORTO, 1953
Óleo s/ tela, 70 x 100 cm

sexta-feira, 15 de abril de 2011

Exposição 2011 - Galeria de Arte do Museu

Permanece na Galeria de Arte do BC, no 8º andar do Edifício-Sede, em Brasília, a exposição Trilhas da Modernidade.  A mostra é aberta ao público de terça a sexta-feira, das 10h às 17h30. Aos sábados e domingos, a exposição poderá ser vista das 14h às 18h.

Sala de Exposição
Entre os artistas que participam da exposição estão os modernistas Aldo Bonadei, Alfredo Volpi, Clóvis Graciano, Fulvio Pennacchi, que participaram do denominado Grupo Santa Helena. Os visitantes também poderão apreciar o trabalho de artistas que se relacionaram ou foram influenciados por eles, como Alice Brill, Francisco Cuoco e Antônio Augusto Marx.

sexta-feira, 1 de abril de 2011

Candido PORTINARI - exposição

Realizada de 18 de agosto de 2009 a 27 de junho de 2010.

Após dois anos de restauro das obras, iniciadas em 2007 e concluídas em 2008, o Banco Central do Brasil reapresentou ao público as obras de João Candido Portinari que integram a sua coleção.

Descobrimento do Brasil
Têmpera e óleo s/ tela
500 x 400 cm