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domingo, 15 de janeiro de 2012

500 MIL RÉIS - Emissão do Banco da Républica do Brasil

A cédula de 500 mil réis, emitida em 1893 pelo Banco da República do Brasil [1], tem como responsável pela impressão a Giesecke  & Devrient, Leipzig e  Laemmert & Cia., Rio de Janeiro.
Reverso: Vista do porto do Rio de Janeiro
Clique na imagem para ampliar
No reverso da cédula, em preto e rosa, em litografia, temos retratado a região litorânea da Baía da Guanabara e o porto do Rio de Janeiro.  No documento "O Rio de Janeiro nas Cédulas", de 1994, emissão do Centro Cultural do Banco do Brasil, descreve em detalhes o estampado na peça: 
"No centro, vista do cais Pharoux e proximidades, vendo-se, da esquerda para direita, a ponta do Calabouço, o Arsenal de Guerra, atual Museu Histórico Nacional, e, mais adiante, dando para o antigo Largo do Paço, hoje Praça Quinze de Novembro, o Hotel Pharoux, o edifício da Secretaria de Agricultura, Comércio e Obras Públicas, o cais Pharoux e a chaminé da casa de máquina da Alfândega. Em segundo plano, o morro do Castelo, com o Colégio dos Jesuítas e sua igreja. Ao fundo, o Pão de Açúcar."
No anverso temos as alegoria da Justiça e da Navegação, observa-se a perfuração formando a palavra  "Amostra".
 [1] - O Banco da República do Brasil foi criado em 1892, como resultado da fusão do Banco da República dos Estados do Brasil com o Banco do Brasil. Em 1896, perdeu o direito de emissão, assumindo o governo a responsabilidade exclusiva dos bilhetes bancários. Liquidado por lei em 1905, voltando à antiga denominação de Banco do Brasil.
fonte: CCBB e BCB
peça: Acervo do Museu de Valores do Banco Central do Brasil

quarta-feira, 28 de dezembro de 2011

100 Mil Réis - Cédula do Império com carimbo da República - Banco Nacional do Brasil

Em 1889, no alvorecer da República, a implementação de uma reforma bancária editada no final do período imperial deu aos bancos o direito de emitir dinheiro.

Vários bancos foram autorizados a lançar seus bilhetes e notas no mercado, e algum deles, para ganhar tempo, solicitaram ao Tesouro Nacional a permissão para usar as cédulas do recém abolido Império, mediante a aplicação de carimbos e legendas adpatadas aos novos emissores. Muita dessas alterações foram feitas pela Laemmert & Cia, uma tipografia e editora nacional, estabelecida no Rio de Janeiro, que usou processos químicos para modificar a cor original das cédulas e aposição de carimbos com os dados do novo emissor.
Cédula com a cor modificada e carimbos negros contendo dados na nova emissão - 1890
Estampa 5a. À esquerda temos o Brasão do Império
A data da emissão da peça  é de 1890 e seu emissor o Banco Nacional do Brasil no Rio de Janeiro. Abaixo temos a cédula original do Império, também da 5a. estampa,  para que sejam observadas as modificações realizadas.

terça-feira, 13 de dezembro de 2011

Dia do Marinheiro - Cédula de Um Cruzeiro

No dia 13 de dezembro, comemora-se o Dia do Marinheiro,  a data marca o nascimento do almirante Joaquim Marques Lisboa, o Marquês de Tamandaré, em 1807. Pelo seu atos heróicos em batalhas e pelo seu sentimento de humanisno é o patrono da Marinha do Brasil. Por iniciativa do Congresso Nacional entrou para o Livro dos Heróis da Pátria.

De dezembro de 1944 a fevereiro de 1960. tivemos a circulação da cédula de valor facial de "um cruzeiro" - Cr$ 1,00. A emissão da cédula homenageia o Marquês de Tamandaré, o órgão emissor é o Tesouro Nacional e o impressor o ABN - American Bank Note Company, de Nova Iorque.
Anverso; No centro temos o retrato do Almirante Tamandaré
As peças das séries de 0001/1000 são autografadas, data emissão 1944
No reverso, temos o conjunto de edifícios da Escola Naval do Rio de Janeiro na cor azul em calcografia. As instalações foram inauguradas em 1938 e fica na ilha de Villegaignom.

domingo, 27 de novembro de 2011

100 Mil Réis - Santos Dumont - Ensaio de uma Cédula Não Circulada

Valor Facial: 100 Mil Réis       Data provável do estudo: 1937/8
Documento do acervo do Museu de Valores do Banco Central do Brasil, representando um modelo de nota de cem mil réis, que não entrou em circulação.  Temos à direita a fotografia de Santos Dumont e na parte central abaixo do valor nominal da cédula o  Brasão da República. Possívelmente a fotografia que originou a estampa da cédula é a publicada abaixo.
Santos Dumont
No verso do documento temos registros referentes ao exame da nota: "Aprovado com modificações - S S. 3-2-1938"  assinadas por quatro pessoas. Consta também dois carimbos:   Thomas de La Rue - London  e da PROPAC (Companhia de Propaganda, Administração e Comunicação), representante da Thomas sediada no Rio de Janeiro.

quinta-feira, 17 de novembro de 2011

Casal de Vinte e Dois - Moedas de 10 Mil e 20 Mil réis

Nesta semana em que comemoramos 122 anos da Proclamação da República, publicamos duas raríssimas moedas que trazem registrado como tema a República. 
Anverso: República dos Estados Unidos do Brasil - 1922 - Efígie da República
Reverso: Ordem e Progresso  - Brasão da República - 10.000 réis
Diâmetro: 22,5 mm - Peso: 8,96 g - Borda serrilhada
Moedas de ouro de 10.000 e 20.000 réis, com data de 1922, que, quando juntas, são conhecidas no meio numimástico como "casal de vinte e dois". São as últimas emissões de moedas de ouro para circulação normal e tiveram tiragem bastante reduzida, principalmente as de 10.000 réis que, nesse ano foram cunhadas apenas seis unidades.

sexta-feira, 11 de novembro de 2011

JK - Cédulas de 100.000 Cruzeiros e 100 Cruzados

A cédula de 100.000 cruzeiros tem como tema principal a homenagem a  Juscelino Kubitschek de Oliveira (1902-1976), famoso político brasileiro que, Governador do Estado de Minas Gerais de 1951 a 1955 e Presidente da República de 1956 a 1961, se notabilizou pela nova mentalidade que imprimiu à administração pública, marcada pelo caráter modernizador e desenvolvimentista, pela confiança e pelo dinamismo com que eram empreendidos os projetos governamentais, em clima de ampla tolerância política, com pleno exercíco de franquias democráticas.
Folder distríbuido pelo Banco Central em 1985 - Cédula Cem Mil Cruzeiros
A cédula tem o azul como cor predominante e está impressa pelos processos calcográfico (talho-doce), "ofset" e tipográfico. A marca dágua (filigrana) representa a figura do JK em ângulo visual diferente do "portrait". O formato é 74 x 154 mm ( o mesmo da atual linha de cédulas brasileiras). Serve o registro perfeito, entre o anverso e o reverso, uma estilização da escultura "Candandos", de Bruno Giorgi.

Essa mesma estampa foi aproveitada para o padrão monetário corrigido, primeiramente por "carimbo" tipográfico e posteriormente através da alteração do valor facial  para 100 cruzados. 

Valor                                                                                   Período de Circulação
100.000 Cruzeiros                                                              03.10.1985 a 15.03.1990
100.000 Cruzeiros com Carimbo de 100 Cruzados        22.04.1986 a 15.03.1990
100 Cruzados                                                                     20.10.1986 a 15.03.1990

segunda-feira, 10 de outubro de 2011

Barras de Ouro - Casa de Fundição Serro Frio

O Museu de Valores do Banco Central do Brasil tem no seu acervo três lingotes de ouro oriundos da Casa de Fundição Serro Frio (Vila do Princípe), em Minas Gerais. As barras fundidas em Serrro Frio são raras, tendo conhecimento da existência de apenas 21 peças, do período de 1809 a 1832.

Barra de Ouro -  Casa de Fundição Serro Frio
Ano: 1930 -  Número 54 - Peso: 1 oz e 33 grãos
        Acervo do Museu de Valores do BCB
<>
Neste mês de outubro, exatamente nos dias 25 e 26, será leiloada nos USA um lingote de ouro da Casa de Fundição de Serro Frio,  a peça é acompanhada do bilhete expedido pela Casa de Fundição de Villa Rica.

sábado, 8 de outubro de 2011

Villa-Lobos no Cruzado - Elementos Iconográficos da cédula 500 cruzados

Folder distribuído quando da emissão da cédula de 500 Cruzados, outubro 1986
Compositor e regente brasileiro (1887-1959), autor de obra marcada por profundo sentimento de brasilidade.
Heitor Villa-Lobos reuniu à inspiração nacionalista a admiração pela música clássica, daí resultando uma arte selvagem e sensual.

terça-feira, 27 de setembro de 2011

30 Mil Réis (Rs 30$000) - Ensaio de Uma Cédula Não Circulada

No início da República, em 1890, o governo estendeu o direito de emitir dinheiro às instituições bancárias particulares e oficiais. O ensaio da cédula de 30 mil réis, encomendada pelo Banco do Brasil, é de extrema raridade e leva o nome da casa impressora Waterlow&Sons Limited. - Londres, Inglaterra.  A cédula não chegou a  entrar em circulação.
Valor Facial 30 mil réis - Imagens de mulher e de um trem em movimento
Assinatura do Thesoureiro da Caixa da Amortisação AAVieira da Costa
Decreto 253, de 8 de março de 1890

quarta-feira, 31 de agosto de 2011

O Acervo - Um Manancial para Pesquisa - Parte III

Artigo escrito por Marcello Duarte, membro da diretoria AAMV, associado AFNB e assessor da Bibliátrica, empresa contratada pelo Bacen para higienização do acervo. A matéria "O Acervo" será publicada em quatro partes.

  Outro tema relevante são os ensaios. São muitos e primam pela raridade histórica. Para se ter uma idéia, mencionaremos pelo menos duas ocorrências: o ensaio em cobre do famoso patacão 1809 e a outra ocorrência, merecedora de destaque, é um conjunto de ensaios em ouro do Cruzeiro (1927-1928) e suas subdivisionárias. É uma lástima estar incompleto mas, além disso, tem muito mais.
            E suposto, voltemos aos heróis da vez: os recunhos dos 640 reis. Decididamente foram uma surpresa. Abundam no acervo peças de 640 reis recunhadas sobre os “Js”. Principalmente naqueles de 1774. Tais recunhos aparecem em 640 reis de 1809, 1813, 1814, 1815, 1816 e provavelmente em outras datas. O mais interessante é que alguns destes recunhos foram executados sobre “Js” contra-marcados com escudete para alçada do valor de 600 reis.
Recunho dos 640 réis sobre "Jota", contra-marcado com escudeto
Foto:Wilson Marinho
clique aqui para acessar a Parte II
Aguarde publicação, da parte IV, "O Acervo - Um Manancial para Pesquisa"

segunda-feira, 22 de agosto de 2011

O Acervo - Um Manancial para Pesquisa - Parte II


Artigo escrito por Marcello Duarte, membro da diretoria AAMV, associado AFNB e assessor da Bibliátrica, empresa contratada pelo Bacen para higienização do acervo. A matéria "O Acervo" será publicada em quatro partes.
Os interessantíssimos recunhos dos patacões merecem um capítulo a parte. Entretanto, sobre essas peças cabe relatar, por ora, a presença de alguns exemplares portando o carimbo da Coroa Britânica autorizando a circulação nos protetorados do Caribe e Honduras Britânica, hoje Belize.
960 réis com carimbo da Coroa Britânica
foto: Isabel Diniz, Hugo Brandão e Rosane Rangel
Ainda no assunto do carimbo, enriquecem o acervo do Museu de Valores, as principais contra-marcas de revolucionários brasileiros: República do Piratini, sobre prata, e Revolução do Pará, (Malcher e Vinagre) sobre cobre. Destes últimos, constam até carimbos com algarismos arábicos cunhados de forma invertida, evidenciando a improvisação e primitivismo da ação.
Contra-marca da Revolução do Pará cunhada de forma invertida
Foto: Isabel Diniz, Hugo Brandão e Rosane Rangel
clique aqui para acessar a Parte I
Aguarde publicação, da parte III, "O Acervo - Um Manancial para Pesquisa"

segunda-feira, 15 de agosto de 2011

O Acervo - Um Manancial para Pesquisa - Parte I

Artigo escrito por Marcello Duarte,  membro da diretoria AAMV, associado AFNB e assessor da Bibliátrica, empresa contratada pelo Bacen para higienização do acervo. As fotografias são de Isabel Diniz, Hugo Brandão e Rosane Ragel. A matéria "O Acervo" será publicada em quatro partes.
É interessante dar conhecimento à comunidade que muito em breve será disponibilizado para pesquisa em mídia eletrônica um dos três maiores acervos numismáticos do país.
Contra-marca de 960 réis em "Sol Argentino"
Foto: Isabel Diniz, Hugo Brandão e Rosane Rangel
            Existe atualmente em andamento contrato do Banco Central com empresa especializada para, entre outros objetos contratuais, estudar, higienizar e otimizar a preservação do acervo numismático pertencente ao Museu de Valores daquela Casa.
            Por dever de ofício, responsável pela empresa contratada para os procedimentos inerentes ao acervo metálico, pude vivenciar a oportunidade impar de manter contato com peças seculares que compõem o universo rico e diversificado daquele acervo.

sexta-feira, 5 de agosto de 2011

Cédula da Baiana - 50 mil cruzeiros reais

A cédula de 50 mil cruzeiros reais, mais conhecida como da "Baiana", teve seu lançamento em 30 de março de 1994, ficando em circulação por pouco mais de 5 meses (15 de setembro de 1994). Recolhida devido a implementação do "Plano Real" - julho de 1994, desta cédula foram emitidas apenas 1.200 séries.
Folder distribuído quando do lançamento da cédula em março de 1994
A figura da "Baiana", característica da tradicional cidade de Salvador, Bahia, é conhecida na maior parte do território brasileiro por meio de inúmeras composições populares a que serviu de tema e devido à importância que vem assumindo no contexto das promoções turísticas nacionais.

domingo, 31 de julho de 2011

Memória - Exposição Museu de Valores - Brasileiros Negros

Já se vão vinte e dois anos da realização da exposição, Brasileiros Negros, onde foram selecionados uma série de objetos relacionados com à trajetória dos negros em nosso País. 
Capa do Catálogo da Exposição
Litogravura "La Cuisine à la Roça" de Victor Frond (Painel reproduzido da nota de 200 Cruzeiros )

quarta-feira, 20 de julho de 2011

Carimbo de escudete

XX réis, 1753, com carimbo de escudete
alterando o valor para XL réis
Em 1799, durante o reinado de D. Maria I, o governo português autorizou a quebra do padrão monetário, reduzindo o diâmetro e a espessura das moedas de cobre, mantendo, porém, o valor facial. Em 1809, com o objetivo de uniformizar o meio circulante, D. João determinou a aposição de carimbo na forma de escudete nas moedas de cobre de XL, XX, X e V réis, cunhadas antes de 1799, para duplicar-lhes o valor.
fonte: Acervo do Museu de Valores

sexta-feira, 15 de julho de 2011

Cataratas do Iguaçu - Descobrimento 15 de julho de 1542

Em 1542, Álvar Núñez Cabeza de Vaca conquistador espanhol, outorgado como governador do Rio Prata, partindo da Ilha de Santa Catarina, no Brasil, a procura de uma rota para o Paraguai descobriu as Cataratas do Iguaçu.
Próximo a foz do rio Iguaçu, Cabeza de Vaca teve de usar de toda sua habilidade para vencer a forte correnteza  que desaguava em um precipício, com um barulho ensurdecedor. A este deslumbrante fenômeno  da natureza chamou de Cachoeira de Santa Maria.
REVERSO DA CÉDULA MEIO AMBIENTE E DESENVOLVIMENTO 
Painel calcográfico apresenta vista das Cataratas do Iguaçu, uma das paisagens mais
belas do País e que, situada precisamente na fronteira com a Argentina, representa
referencial marcante para identidades culturais sul-americanas.
Período de Circulação: 24.07.92 s 25.09.94
Projeto Gráfico: Álvaro Martins

terça-feira, 5 de julho de 2011

500 Mil Réis - Cédula do Império com carimbo da República

O Banco Nacional do Brasil, em 1890, na mudança do regime imperial para o republicano, foi autorizado a emitir dinheiro. Para ganhar tempo, a exemplo de outros bancos emissores, foi autorizado pelo Tesouro Nacional a usar as cédulas emitidas para o Império, mediante a aplicação de carimbos e legendas adaptados ao novo emissor. As cédulas também tiveram a sua cor original modificada  mediante a utilização de processos químicos.
500 MIL RÉIS - BANCO NACIONAL DO BRASIL - 1890
Figura de D. Pedro II e a esquerda brasão do Império
Museu de Valores do Banco Central do Brasil

*Cédula: além das adaptações, temos o carimbo relativo ao resgate da cédula

quarta-feira, 29 de junho de 2011

Cédula do Gaúcho - 5 Mil Cruzeiros Reais

A cédula de 5  mil cruzeiros reais,  mais conhecida como do "Gaúcho", entrou em circulação em 29 de outubro de 1993.  A  linguagem visual adotada para a nota procurava valorizar o tipo humano regional - vaqueiro do sul, caracterizado por seus elementos específicos da região, atividades e instrumentos de uso.

Folder distribuído quando do lançamento da cédula em outubro de 1993

segunda-feira, 27 de junho de 2011

100 réis - Cuproníquel de 1872

Reverso: Império do Brasil 1872        Anverso: 100 réis
Em 1871, o cuproníquel foi utilizado pela primeira vez no Brasil na cunhagem de moedas, com valores de 50, 100 e 200 réis. A autorização para cunhagem das moedas foi autorização através do decreto número 1817, de 3 setembro de 1870, conforme registrado no anverso das moedas. Até 1873, essas moedas foram cunhadas pela Cada da Moeda de Bruxelas, na Bélgica e, posteriormente, pela Casa da Moeda do Rio de Janeiro.
As moedas datadas de 1872 são consideradas raras, por terem sido cunhadas apenas 100 exemplares.
fonte:  Moeda do Acervo do Museu de Valores
            Banco Central do Brasil

terça-feira, 21 de junho de 2011

Caixa de Conversão

Em 1906, institui-se a Caixa de Conversão, com a finalidade de estabilizar a taxa cambial e controlar a crise no mercado de café. Este Produto, base da economia brasileira por tempo considerável, desde 1896, apresentava sinais de desequilíbrio, devido à superprodução, que provocava declínio de preços e formação de estoques invendáveis.
Brasil, cédula de 1 conto de réis (1:000$000 réis), 1907
A direita, Afonso Augusto Moreira Pena (Presidente da República 1906-1909)
 As cédulas da Caixa, chamados de papéis-ouro, conversíveis, eram garantidas por lastro formado por moedas de ouro nacionais ou estrangeiras.