Inserido no calendário de atividades da Conferência Geral do Icomom, Conselho Internacional de Museus Monetários e Bancários, tivemos o lançamento da exposição "Rio Branco 30", patrocinado pelo Museu de Valores do Banco Central.
O evento foi realizado no dia 15 de agosto e contou com representantes de 24 instituições dedicadas a preservar a memória numismática de seus países.
A exposição foi montada no prédio do Departamento do Meio Circulantes do BC, no Rio de Janeiro, no endereço que leva o nome da exposição - Avenida Rio Branco 30. Prédio secular, tombado pelo Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional, abrigou as instalações da Caixa de Amortização do Ministério da Fazenda, no início do século XX.
O evento foi realizado no dia 15 de agosto e contou com representantes de 24 instituições dedicadas a preservar a memória numismática de seus países.
A exposição foi montada no prédio do Departamento do Meio Circulantes do BC, no Rio de Janeiro, no endereço que leva o nome da exposição - Avenida Rio Branco 30. Prédio secular, tombado pelo Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional, abrigou as instalações da Caixa de Amortização do Ministério da Fazenda, no início do século XX.
A temática da mostra resgata a história do prédio, tombado pelo IPHAN e apresenta dois importantes artistas da numismática brasileira Girardet, reconhecido como um dos maiores medalhistas do país, e Aloísio Magalhães, designer gráfico e criador da primeira família de cédulas totalmente fabricada no Brasil.
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Desde a mudança do Museu de Valores para Brasília, em 1981, o espaço de exposição do Prédio da Av. Rio Branco 30, Meio Circulante do BC, está fechado para visitação. Com a mostra inaugurada na semana passada, o espaço será novamente aberto ao público geral em setembro.






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