quarta-feira, 5 de outubro de 2011

Vanguarda Modernista na Coleção Banco Central - Abertura: 25 outubro 2011

A próxima exposição de arte da Coleção Banco Central apresentará 86 obras de 10 artistas brasileiros que colaboraram, com seu espírito inovador, para a afirmação do modernismo em nosso país. A mostra compreende pinturas, gravuras e desenhos e será aberta no dia 25 de outubro, às 18hs, na Galeria de Arte do Banco Central, 8º andar do Edifício-Sede.

        A Coleção Banco Central possui um importante acervo de obras de arte representativas do modernismo brasileiro. Destacam-se nesse acervo trabalhos de alguns dos principais modernistas históricos – Tarsila do Amaral, Emiliano Di Cavalcanti, Candido Portinari, Cícero Dias, Vicente do Rêgo Monteiro, Ismael Nery, entre outros –, que contribuíram de modo pioneiro para a renovação de nosso cenário artístico e cultural nas primeiras décadas do século passado.

Essa renovação não foi imune a embates e resistências, e pode ser situada entre dois marcos históricos: a Semana de Arte Moderna de 1922, que ocupou o Teatro Municipal de São Paulo, e o Salão de 1931, também denominado Salão Revolucionário, designação da XXXVIII Exposição Geral de Belas Artes, patrocinado pela Escola Nacional de Belas Artes do Rio de Janeiro.
Para a exposição Vanguarda Modernista, foram escolhidos então dez artistas que participaram de um ou de outro evento: dos vanguardistas da Semana de 1922, comparecem Emiliano Di Cavalcanti e Vicente do Rêgo Monteiro; dos admitidos ao Salão de 1931, apresentam-se Tarsila do Amaral, Candido Portinari, Ismael Nery, Cícero Dias, Orlando Teruz, Alberto da Veiga Guignard, Antônio Gomide e Aldo Bonadei.
A mostra Vanguarda Modernista na Coleção Banco Central presta homenagem a Di Cavalcanti, que esteve presente às duas ocasiões. Marca também duas celebrações: ao se inaugurar, completam-se 80 anos da realização do Salão de 1931, ocorrido em setembro daquele ano; e, ainda durante seu curso, festejam-se, em fevereiro de 2012, os 90 anos da Semana de 1922, ponto de partida de nossa renovação modernista.
 fonte: Ricardo Vieira Orsi

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